Um webinário foi programado para apresentar as soluções LIA3R e OMNIA a magistrados e servidores. A agenda prevê demonstrações em tempo real e explica um modelo em que cada tribunal mantém as ferramentas em sua própria infraestrutura.
Demonstração para profissionais da Justiça
O Conselho Nacional de Justiça anunciou um webinário para apresentar duas soluções de inteligência artificial desenvolvidas no Judiciário. A atividade foi marcada para 10 de setembro, das 15h às 16h, com transmissão pelo canal da instituição no YouTube. O público indicado é formado por magistrados e servidores interessados no uso dessas ferramentas.
A programação prevê navegação em tempo real para mostrar as principais funções de cada solução. O anúncio também oferece participação por uma plataforma de reuniões, modalidade que exige inscrição em formulário próprio. Os caminhos para acompanhar a atividade e consultar as orientações estão reunidos na publicação oficial, que deve ser conferida para eventuais atualizações da agenda.
Funções distintas para o trabalho judicial
A LIA3R funciona como uma conversa orientada por comandos padronizados. De acordo com a descrição divulgada pelo CNJ, a ferramenta trabalha com bases de dados e documentos que o próprio usuário fornece durante a interação. Seu desenvolvimento ocorreu de forma colaborativa, com participação de magistrados e servidores de um tribunal regional federal.
A OMNIA, desenvolvida em um tribunal de justiça estadual, combina informações textuais e dados estatísticos para indicar prioridades de atuação. A descrição institucional informa que o usuário pode fazer perguntas e receber respostas sobre atividades relacionadas à redução do congestionamento, ao tempo de tramitação dos processos e aos resultados do órgão.
Compartilhamento não dispensa infraestrutura
As duas soluções foram incorporadas a uma iniciativa do Programa Justiça 4.0 que identifica tecnologias desenvolvidas localmente e as compartilha com outros órgãos. O acesso segue um modelo de governança compartilhada. Nesse arranjo, cada tribunal interessado assume a implantação e a manutenção do sistema em sua própria infraestrutura, conforme as orientações apresentadas pelo Conselho.
A adesão depende do preenchimento de uma ficha pelos representantes do tribunal. A iniciativa de compartilhamento também oferece apoio técnico, mentorias e capacitação para aprimorar as tecnologias dos órgãos participantes. A demonstração anunciada apresenta esse conjunto de possibilidades e o funcionamento das soluções; não equivale à implantação automática das ferramentas em todos os tribunais.
Fonte e contexto da publicação
Matéria elaborada a partir de publicação do CNJ de 04/09/2026. A data de inclusão no portal é informada separadamente. Consultar a fonte oficial ↗.
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